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Bola Cheia e Bola Murcha

BOLA MURCHA

É de dar calo nos olhos: para o telespectador é difícil assistir a Eurocopa e depois migrar para assistir a Copa América. A diferença da qualidade técnica dos jogos é visível. O futebol sulamericano não compete mais com o europeu, já está em um patamar abaixo.

Sem noção: foi presa a espectadora que provocou o maior acidente da história do circuito Tour de France, de ciclismo. Muitas pessoas precisam desconfiar do perigo em se colocar à frente dos holofotes para chamar a atenção durante eventos esportivos. Algo mais grave poderia ter acontecido. Ficou feio para ela e para a segurança precária deste evento centenário.

Tobogã escorregou: a demolição deste tradicional setor no estádio do Pacaembu chocou muitos amantes do futebol, principalmente Corinthianos. É importante traçar uma linha de equilíbrio entre modernização e tradição, o futuro está sempre à nossa frente, mas manter traços do passado também é importante.

BOLA CHEIA

O apoio continua: o Sesi renovou o convênio com o Franca Basquete. Esse apoio é fundamental para garantir que a equipe da “Capital do Basquete” se mantenha forte na luta por mais títulos, como sempre deveria ser.

Futebol como instrumento: a maioria dos clubes brasileiros se posicionaram contra a homofobia, utilizando o futebol como instrumento de combate ao preconceito e ao respeito à todos.

Paciência e segurança: é importante parabenizar os clubes amadores, escolas esportivas e academias que mantém com rigor os protocolos de proteção contra a Covid 19. É muito legal participar de eventos esportivos e campeonatos amadores, mas ainda não é o momento. Por agora, manter os treinos diários com segurança já é uma grande vitória.

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