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BOLA CHEIA E BOLA MURCHA

BOLA CHEIA

Libertadores de ouro: a rixa para aquisição dos direitos de transmissão da Libertadores é sempre um capítulo à parte. Dessa vez a Globo voltou a obter o direito de transmissão vencendo o SBT. Uma boa notícia para os fãs do plim plim. Ruim para os (poucos) fãs do Theo José e cia.

Injetou gasolina: oi excelente para o Santos o artigo do jornalista Juca Kfouri em chamar o Peixe de Ninguém FC. O assunto rendeu manifesto oficial do clube e muita polêmica. Fato é que, depois disso, o time só vem jogando bem e colhendo bons resultados. Um belo empurrão.

Xô zebra: a Copa do Brasil começou de verdade. As partidas da fase que antecedem as oitavas de final não tiveram nenhuma surpresa: os favoritos passaram de fase. A disputa começa a acirrar. Para o São Paulo, que passou fácil do Juventude, o Troféu inédito acabaria com uma grande zoeira.

BOLA MURCHA

Veiga argentino?: o trabalho do Tite na seleção é indiscutível, e o Hexa irá vir e fechar com chave de ouro a passagem do gaúcho na seleção. Mas à cada convocação sem o nome do Raphael Veiga, um dos grandes nomes do futebol nacional, é de se estranhar. No mínimo uma convocação do palmeirense para teste deveria ser feita.

Morro e não vejo tudo: torcedores do Napoli escreveram em um muro que, se o técnico da equipe italiana, Luciano Spalletti, sair do time no final da temporada, eles irão devolver o carro do técnico que foi roubado há alguns meses. Se essa moda pega aqui no Brasil.

Hoje sim?: esta semana completaram 20 anos do fatídico episódio que mostrou que o Fórmula 1 não tem nada de inocente. A corrida na Áustria em que Rubens Barrichello, a pedido da Ferrari, foi forçado a deixar o alemão Schumacher o ultrapassar há metros da linha de chegada. Um vexame antidesportivo sem necessidade. Schumacher nunca precisara disso.

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